25.5.10

Decidi que só vou falar de coisas boas!

E ponto final!
Não adianta! O mundo não para quando você pede para descer! Inércia de movimento, já ouviu falar? Só que diferentemente do que Galileu e Newton afirmaram para as leis da física, a inércia de movimento da nossa vida não segue com uma velocidade constante... às vezes tudo é uma murrinha só, tem horas que a coisa fica frenética, cheia de emoção e em outros momentos a freada é brusca! Você capota, se arranha, mas levanta para pegar o bonde andando mesmo!
E é nessa levada que eu tive que trabalhar na segunda-feira, 24 de maio, com minha filha de 2 anos e 7 meses,  pois a creche resolveu não funcionar com a paralização dos ônibus. Não quero entrar nos detalhes, resolvi falar só de coisas boas, lembra? Mas eu tive que trabalhar. Por que será que a creche não deu os pulos dela também??? Os e-mails de pais inconformados com a atitude de creche é uma avalanche de reclamações. Enfim, Lelê não gostou de ficar no carro por tanto tempo (engarrafamento para chegar no trabalho). Lelê comeu todos os biscoitos que eu havia levado e os biscoitos que meu colega de trabalho ofereceu. Tudo antes do almoço. Lelê não almoçou direito. Lelê não foi nada educada com a dona do restaurante, que sempre é super simpática comigo. Lelê pediu, alto e bom som (não se usa o "em" nesse caso, por mais estranho que possa parecer), para fazer cocô. Lelê rabiscou-se, rabiscou minha mesa de trabalho, me rabiscou, rabiscou minha amiga e secretária da divisão, amassou pequenos pedacinhos de biscoito pelas cadeiras vazias da sala. A minha amiga e secretária de divisão estava cheia de perucas para torcer pelo hexa e experimentou várias na Lelê. Ela adorou e foi desfilar pelas outras salas do andar... Disseram que foi muito engraçado, ela balançava a cabeça com uma peruca maior que ela e fazia gracinhas... Empurraram Lelê pela sala dentro de uma caixa de papelão. Fizeram aviõezinhos de papel e tacaram pela sala para Lelê se divertir. Assobiaram enquanto os aviõezinhos voavam pela sala e ela dava gritinhos para imitar o som do assobio. Lelê não dormiu. Na verdade dormiu assim que eu passei pela catraca para ir embora... Adorei trabalhar com minha filha, todos adoraram os cachinhos, os sorrisos, a doçura, mas estou me recuperando até agora!!!

18.5.10

Petite Cheminée

Sim, eu explico o que é a Petite Cheminée! Trocando e-mails, já contei o início dessa história para minha amiga Mila e acho que ficou tudo bem explicadinho! Copiei de lá e colei aqui! Vocês já estão vendo a fumacinha da minha pequena chaminé? Pois é, pois é, pois é! Sou eu encadernando! Feliz da vida!!!
Deixa eu tentar! A história é longa!


Quando criança, queria ser escritora. Depois percebi que eu poderia ser mais alguma coisa além de escritora. Aí, já adolescente, decidi que faria publicidade. Pensando nesse meu objetivo, minha mãe sugeriu os cursos do Senai de Artes Gráficas, na rua São Francisco Xavier (conhece???). Lá fui eu, em 1995, com 14/15 aninhos, me formar encadernadora. Um curso de 8 meses! Saí de lá com lindos trabalhos. No ano de 1996 junto da 8ª série, fiz o pré-técnico no Martins de Vila Isabel para tentar o 2º grau em alguma escola técnica. Não tive tempo de fazer mais cursos no Senai naquele ano. Consegui passar para o Cefet... eu nem sabia o que estava fazendo lá, mas meus pais se emocionaram, a família ficou super feliz e eu... eu fui tentar, em 1997, primeiro ano do cefet, fazer mais um curso no artes gráficas para colocar meu projeto caminhando. Mas chegando lá, dei a notícia que havia passado para o cefet, que faria o curso técnico de eletrotécnica... eles, muito amigos e mais experientes que eu, me encaminharam para o senai de elétrica, que fica na moraes e silva. Pediram para que eu não fizesse "salada de frutas" da minha vida e me ajudaram na especialização do meu curso técnico. Agradeço muito pela redirecionamento. Mas a arte, você deve desconfiar, sempre tocou fundo no meu coração! Agora, 15 anos depois, eu reencontrei a encadernação. Estou apaixonada pelo trabalho da Gabi e cheguei a encomendar um viváskine com caixa. A encomenda ainda não chegou e nesse meio tempo, descobri uma oficina de encadernação no leblon. Lá fui eu, sábado passado fazer minha primeira aula! Fiquei tão feliz com o meu reencontro com essa arte! Ela estava guardadinha, só esperando todas essas coincidências! A menina é esposa de um outro artista (ele faz caligrafia). Eu já o tinha visto no ônibus com um caderno de páginas sem pauta cheio de lindas imagens, letras bem desenhadas... isso que me fez lembrar da encadernação imediatamente e eu nunca mais esqueci desse episódio. Coincidência maior, é que ele já fez exposição nem Furnas, eu até cheguei a pensar que era a mesma pessoa do ônibus, mas não tinha certeza! Atá fazer a oficina e reparar na logomarca da empresa dela: Luferela. É tão linda, que perguntei: seu marido por acaso já fez exposição em furnas? sim. Ele faz desenhos nos ônibus? sim. - E já fizeram uma reportagem com ele desenhando no ônibus! Então as peças foram se encaixando, eu me senti confortável e saí de lá com um lindo moleskine, feito por mim! Feliz da vida! Acho que vou investir nisso! Não sei o espaço que essa atividade tomará na minha vida, mas com muito jeitinho, eu ainda monto uma oficina! Bem, é mais ou menos assim a história da encadernação na minha vida. Acho que levo jeito! Depois postarei os capítulos dessa novela da minha vida real no blog! Com fotos!

Beijos e um abraço bem apertado que é para esquentar nesse friozinho bom do outono!

Helena Luisa

10.5.10

Este é um pequeno passo para uma mulher...


É assim que me sinto, como o Neil Alden Armstrong:
"Este é um pequeno passo para um homem, mas um grande salto para a humanidade"
Começo a semana trabalhando enquanto todos estão "curtindo" uma greve. Minha função na empresa de economia mista onde trabaho é essencial e meu setor não pode parar. Nosso trabalho é diário. Não temos como deixar as coisas para amanhã. Para folgarmos no fim de semana, adiantamos o trabalho na sexta e ainda assim tem funcionário fazendo plantão no fim de semana para resolver qualquer imprevisto.
Mas também começo a semana cheia de projetos pessoais. Pela primeira vez encaro minhas ideias como projeto de vida. Tenho um lindo cesto de vime - imaginário - onde guardo vontades, onde guardo criatividade, onde guardo retalhos e esboços de todas as minhas experiências artísticas. Acabaram as folhas em branco do meu caprichado caderno de desenho da infância (e eu resolvi desenhar com giz no portão do meu quintal), não havia mais espaço no meu romântico caderno de poesias da adolescência (e eu resolvi inscrever meus poemas em concursos literários para publicá-los) e meu lindo cesto de vime imaginário da juventude transbordou. Nesse momento, senti que estava minhas ideias estavam amadurecidas. Resolvi organizar e investir nas minhas vontades, resolvi utilizar meus retalhos e esboços, resolvi apostar nas minhas experiências artísticas. Aguardem os próximos capítulos (com fotos da minha vida real)!

Selo perdido

Recebi da amiga Andrea Guim, do agradabilíssimo blog BLOG'ARTE
E as regras são:

1. Mostrar o selo, linkar quem te ofereceu, oferecer para outros blogs (não sei onde está a figura do selo)

2. Falar 5 coisas que acho uma delícia em minha vida:

1 Meus filhos e família
2 Meu namorido (marido não é parente! Então, temos que fazer um espaço especial para eles!)
3 Meu colchão
4 Encadernar sem compromisso
5 Fotografar sem compromisso

Pode pegar a ideia do selo e postar! Depois que eu achar a figura do selo, edito essa postagem!

9.5.10

Uma mamãe que ainda não nasceu

Minha irmã é uma mamãe que ainda não nasceu.
O bebê dela ainda não aconteceu.
Mas ela já é linda e já sofre como uma mamãe.
Não como uma mamãe qualquer, verdade seja dita...
parir um filho, muitas mulheres o fazem, mas nascer mãe...
tem 'mãe' que nem parindo filho...

Minha mamãe

Daqui, do meu cantinho de filha primogênita e mãe também, me vejo aplicando muitas vezes as mesmas soluções que minha mãe aplicava. Eu tomarei algumas atitudes diferentes na educação dos meus filhos, mas é me baseando nos "erros dela", se assim posso dizer, que me torno mãe. Não é que eu tente ser uma mãe melhor do que ela, nem é questão de fazer diferente para dizer que o meu é o certo e do dela é o errado... o fato é que ela me criou para eu ser a pessoa que sou, por acaso, uma pessoa diferente dela. E assim eu sou, e assim eu farei. Quero, com todas as forças do meu organismo, com todas as forças da minha alma, ser aquilo que minha mãe queria que eu fosse: a melhor filha do mundo, para  o mundo. Mesmo que isso represente pensar diferente, agir diferente. Eu quero deixar minha mãe orgulhosa. E isso não significa agradá-la sempre... Mas a minha mãe sempre me entende no final! E ela sabe que merece todo o trabalho que dou! É por ela que sou quem eu sou!

7.5.10

Presente do DIA DAS MÃES!

Eu pedi um edredon novo. E você?
(Ei, mas comprei um vestido lindo para mim - considerando, lá no íntimo, que acertaram em cheio na escolha do meu presente!!!)