É assim que me sinto, como o Neil Alden Armstrong:
"Este é um pequeno passo para um homem, mas um grande salto para a humanidade"
Começo a semana trabalhando enquanto todos estão "curtindo" uma greve. Minha função na empresa de economia mista onde trabaho é essencial e meu setor não pode parar. Nosso trabalho é diário. Não temos como deixar as coisas para amanhã. Para folgarmos no fim de semana, adiantamos o trabalho na sexta e ainda assim tem funcionário fazendo plantão no fim de semana para resolver qualquer imprevisto.
Mas também começo a semana cheia de projetos pessoais. Pela primeira vez encaro minhas ideias como projeto de vida. Tenho um lindo cesto de vime - imaginário - onde guardo vontades, onde guardo criatividade, onde guardo retalhos e esboços de todas as minhas experiências artísticas. Acabaram as folhas em branco do meu caprichado caderno de desenho da infância (e eu resolvi desenhar com giz no portão do meu quintal), não havia mais espaço no meu romântico caderno de poesias da adolescência (e eu resolvi inscrever meus poemas em concursos literários para publicá-los) e meu lindo cesto de vime imaginário da juventude transbordou. Nesse momento, senti que estava minhas ideias estavam amadurecidas. Resolvi organizar e investir nas minhas vontades, resolvi utilizar meus retalhos e esboços, resolvi apostar nas minhas experiências artísticas. Aguardem os próximos capítulos (com fotos da minha vida real)!

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